Maravilhoso e santo é o Senhor nosso Deus que nos liberta de tudo que nos prende, que nos livra de todos os males e que nos dá a graça de ser livres. E por falar nisso, tocamos num ponto que vai abrir a postagem de hoje: a liberdade de escolha, ou seja, o livre arbítrio. Existe realmente? O que podemos usar para aprovar ou negar? Quais as consequências dessa liberdade?
Hoje vamos começar de forma diferente, respondendo a última pergunta e vamos, no contexto dessa postagem, respondendo as outras duas também. E nossa resposta será baseada na vida de duas pessoas, que numa situação semelhante fizeram escolhas que determinaram e influenciaram a humanidade, uma para um lado bom e outra para um lado ruim. E vamos entender o porque, baseado em dois versículos da Bíblia Sagrada que diz: "Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto. Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto." (Lc 6,43-44)
Se você é uma pessoa que conhece e/ou gosta de história, ao bater os olhos nessa imagem acima, já deve ter percebido a respeito da vida de quem vamos refletir nessa primeira parte. Vamos direto a alguns pontos na vida dele que fazem-nos dar o título a essa postagem.
Martin Luther, nascido na Alemanhã, foi direcionado aos estudos pelo pai que gostaria que ele fosse um funcionário público para que melhorasse a situação financeira da família. Estudava, tocava alaúde (instrumento de cordas) e inscreveu-se na escola de Direito na universidade por vontade de sua mãe. Sua história como padre agostiniano começou quando numa tempestade, um raio caiu próximo do lugar onde ele estava passando. Então ele gritou: "Ajuda-me Sant´Ana! Eu me tornarei monge!" E pelo fato de que sobreviveu, ingressou na ordem de Santo Agostinho para tornar-se sacerdote. EIS UM GRANDE PROBLEMA QUE OCORRE HOJE AINDA: VOCAÇÃO É CHAMADO DE DEUS, É DEUS QUEM ESCOLHE, É DEUS QUEM SEPARA PARA UMA FUNÇÃO PARTICULAR, conforme está escrito em Hb 5,1 - "Em verdade, todo pontífice é escolhido entre os homens e constituído a favor dos homens como mediador nas coisas que dizem respeito a Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados" (em outras postagens refletiremos o tema vocação). Precisamos ter consciência disso!
E infelizmente irmãos queridos e irmãs queridas de Deus, quando damos passos errados na direção de Deus, sem conhecê-Lo, podemos assumir responsabilidades e cargos que não iremos aguentar por muito tempo, como no caso de um padre, religioso, etc. na Igreja Católica ou pastor, ancião, etc. em igrejas evangélicas, e outros nomes em denominações diversas. E depois tentamos arranjar desculpas para voltar atrás e nos desapegar dos compromissos que assumimos com Deus.
A palavra de Deus é clara: "Os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis." (Rm 11,29) Ou seja, quando Deus nos dá um dom e nos chama, Ele não volta atrás. Não adianta dizer que Deus chamou ontem para exercer uma função ontem, e hoje Ele mudou o chamado. Nós é que damos bola fora, não queremos mais ser o que Deus quer e tentamos mentir para os homens que nos enganamos e não era isso, aquela conversa que já conhecemos. Mas a Deus nós não enganamos. ISSO É UMA GRANDE HERESIA QUE COMETEMOS!
As pessoas que são verdadeiramente chamadas por Deus devem continuar em sua missão até o fim da vida. Isso é uma certeza que temos de ter: Deus nos dá liberdade de aceitar ou não sua vontade! Ninguém é forçado a ser uma coisa que não queira ser ou cumprir um papel. Isso serve para os dois casos: quando a pessoa é chamada por Deus e não quer mais fazer a vontade do Senhor; e para a pessoa que não é chamada, que finge muito bem, e quando não aguenta mais fingir, dá uma de coitadinho e pelo seu contra-testemunho afasta muitas pessoas sérias e honestas da presença de Deus. TEMOS QUE TOMAR CUIDADO PARA NÃO FAZER ISSO!
Mas antes de ser ordenado sacerdote, os pais de Lutero disseram aos superiores da congregação: "Não permitam que nosso filho torne-se padre pois ele vai trazer problemas para a Igreja, ele é meio-atrapalhado, desequilibrado, não tem vocação para isso!" E mesmo com a advertência dos pais, Martinho Lutero foi ordenado sacerdote agostiniano em 1507.
Do ponto de vista humano e teológico Martinho Lutero era um grande homem. Perito na filosofia que já tinha estudado antes e que aprofundou depois de tornar-se padre. Em 5 anos estudou o grego e o hebraico para entender a origem das palavras utilizadas na Bíblia, graduou-se em Estudos Bíblicos, tornou-se doutor em Teologia e recebeu o honroso título de "Doutor em Bíblia", foi nomeado vigário em sua ordem e tinha 11 monastérios sob sua responsabilidade. Era pregador e confessor na Igreja de Santa Maria na cidade alemã Wittenberg.
Do ponto de vista espiritual ele era um fracasso. Esforçava-se em realizar boas obras afim de agradar a Deus e servir ao próximo com muitas horas de oração diária. Dedicou-se à meditações, penitências, mortificações, jejuns, peregrinações e buscava em tudo imitar as práticas piedosas da congregação, mas sempre deparava-se com seus pecados e não conseguia obter êxito e dar passos positivos em sua espiritualidade. Em virtude disso foi orientado por seu superior a trabalhar mais e afastar-se um pouco de suas excessivas reflexões.
Diante dessas palavras expostas acima, temos uma outra passagem bíblica para nos orientar, escrita pelo grande São Paulo, que vai nos ajudar a entender, um pouco mais para frente o motivo dos absurdos que esse homem muito intelectual, porém pouco espiritual, cometeu:
Após muitas decepções e frustrações com uma viagem a Roma, Lutero deparou-se com um erro grave que os homens estavam cometendo dentro da Igreja: a venda das "indulgências" (tema que aprofundaremos em outras postagens). Levado por seu espírito racional, fez dois sermões contra esse tremendo engano dos homens, mesmo que tinham uma finalidade boa com essas vendas: a reforma da Igreja de Latrão (ou de São Pedro).
“No que diz respeito a Deus, e em tudo o que traz a salvação ou condenação, (o homem) não tem ‘livre arbítrio’, mas é um prisioneiro, cativo e escravo, quer da vontade de Deus, ou da vontade de Satanás. ” (Da redação, “Escravidão da Vontade”, “Martin Luther:.. As seleções de seus escritos, ed por Dillenberger, Anchor Books, 1962 p. 190)
“Nós fazemos tudo por necessidade, e nada pelo ‘livre arbítrio’, pois o poder de ‘livre arbítrio’ é nulo” (Ibid., p. 188.)
Enquanto que na Bíblia está escrito: "No princípio Deus criou o homem, e o entregou ao seu próprio juízo; deu-lhe ainda os mandamentos e os preceitos. Se quiseres guardar os mandamentos e praticar sempre fielmente o que é agradável (a Deus), eles te guardarão. Ele pôs diante de ti a água e o fogo: estende a mão para aquilo que desejares. A vida e a morte, o bem e o mal estão diante do homem; o que ele escolher, isso lhe será dado." (Eclo 15,14-18)
Temos o livre arbítrio sim! E além de ter, somos quase forçados a escolher. Está nas nossas mãos. Reforçamos tal idéia com o livro do Deuteronômio: "Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte; a benção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a tua posteridade, amando o Senhor, teu Deus, obedecendo à sua voz e permanecendo unido a Ele." (Dt 30,19-20)
É claro que você já sabe o homem que temos nesse segundo exemplo. Vamos tomar alguns exemplos da sua vida, que são exatamente o oposto da vida de Martinho Lutero e também analisaremos as consequências da sua liberdade.
Giovanni di Pietro (chamado Francisco, talvez pelas origens francesas de sua mãe) nasceu em uma família de posses, era popular na juventude, conhecido por sua indisciplina e extravagância, paixão pelas aventuras, pela cavalaria, pela moda, pelas bebidas, pelas mulheres e por sua liberalidade com o dinheiro. Sonhava tornar-se um herói, influenciado por um sonho que teve, onde tinha um palácio, uma donzela e muitas riquezas. Num certo dia, buscando a carreira das armas, teve um sonho em que uma voz lhe dizia para voltar para sua terra e lhe seria dito o que fazer.
Alguns dias depois, em uma algazarra com seus amigos, foi tocado pela presença de Deus e então ele começou a perder o interesse pelos seus hábitos de vida e a demonstrar interesse pelos necessitados. Numa outra vez ao invés de preparar-se para um festa, retirou-se com um amigo para refletir sobre seu desejo de obter o "tesouro da sabedoria" e tornar-se um religioso. Quando dizia isso em público era caçoado e tinha pesadelos com a vida religiosa.
Mais para frente, dois episódios mudaram completamente a vida desse homem fanfarrão, orgulhoso, rico, belo e "pegador das mulheres". Num dia em que passeava pelos campos em seu cavalo, deparou-se com um leproso tocando os sinos (que era a obrigação das pessoas que tinham lepra) e ao invés de fugir correndo, como sempre fazia, pelo nojo que tinha de pessoas assim, desceu do cavalo, cobriu o leproso com seu próprio manto, olhou nos olhos daquele homem e viu Cristo; e enquanto chorava, beijou o rosto do homem deformado.
O segundo fato que fez-lhe tomar a decisão de seguir os passos de Cristo, foi uma experiência que teve na Igreja de São Damião, diante do crucifixo, de onde ouviu a voz de Jesus. "O que queres que
eu faça, Senhor? -Vai e reconstrói a minha Igreja!" (lembra-nos a conversão de São Paulo em At 9). Diante disso começou tentando reformar aquela Igreja que ele estivera, mandando dinheiro para o padre, vendendo coisas da loja de seu pai. Diante disso foi preso no porão de casa pelo pai e o povo de Assis acusou-o de preguiçoso e desocupado.
Depois que sua mãe libertou-o ele foi buscar ajuda do bispo, e seu pai acusou-o de dissipador de sua fortuna. Então ele tirou a roupa do corpo, renunciou à sua herança, pediu a benção do bispo e partiu para o a floresta, completamente nu, para iniciar uma vida de extrema pobreza. Nisso o bispo viu um sinal de Deus e protegeu-o até sua morte. QUE GESTO LOUCO ESSE JOVEM FOI CAPAZ DE FAZER POR AMOR A CRISTO! E você meu amigo e amiga que está lendo, já fez alguma loucura por amor a Jesus? Será que nós teríamos a mesma coragem de seguir um chamado tão radical de Deus?
Francisco tomou ao pé da letra o que ouvira de Cristo e começou a trabalhar de pedreiro, ajudando na reconstrução das Igrejas. Quando o homem é levado pelo seu espírito humano, não compreende a vontade de Deus, mas pelo fato de que buscou a Deus, o Senhor teve paciência com ele e também por sua perseverança e insistência em atender o chamado de Cristo, foi orientado na verdadeira vontade de Deus apra sua vida. Entendeu então que era para reconstruir de outra forma. "Os homens maus não compreendem o que é justo; os que buscam o Senhor tudo entendem." (Pv 28,5)
Em sua busca incessante e fome por Deus, Francisco começou a atrair pessoas para viver a radicalidade que ele estava vivendo, começando por Bernardo, Pietro e o irmão Giles. O Senhor lhe deu a conhecer o que ele tinha que fazer, e ele explicava aos irmãos que estavam com ele:
"No começo desta nossa vida vamos encontrar alguns frutos doces e
deliciosos. Depois serão oferecidos outros de menor sabor e doçura. No fim,
serão dados alguns cheios de amargor, de que não poderemos viver, porque sua
acidez será intragável para todos, apesar da aparência de frutos belos e
cheirosos. Entretanto, como vos disse, o Senhor fará de nós um grande povo"
Não é de nos admirar as semelhanças com a palavra de Deus, no livro do Apocalipse, em que um anjo oferece o livro a João que tem o gosto doce na boca e depois fica amargo no estômago (cf. Ap 10). Aliás, enquanto Martinho Lutero movido por seu orgulho e razão pensava que a Bíblia poderia ser melhorada, São Francisco de Assis, levado pela sua submissão, amor a Deus e oração, lia a Bíblia e começava a viver EXATAMENTE, ponto e vírgula, o que estava escrito. Em uma certa vez, estava na Igreja da Porciúncula e lendo uma passagem do Evangelho de Mateus, descobriu as linhas gerais que orientaram sua vocação e toda a congregação dos frades menores, ou franciscanos, que fundou:
"Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo.Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai! Não leveis nem ouro, nem prata, nem dinheiro em vossos cintos, nem mochila para a viagem, nem duas túnicas, nem calçados, nem bastão; pois o operário merece o seu sustento. Nas cidades ou aldeias onde entrardes, informai-vos se há alguém ali digno de vos receber; ficai ali até a vossa partida. Entrando numa casa, saudai-a: Paz a esta casa. Se aquela casa for digna, descerá sobre ela vossa paz; se, porém, não o for, vosso voto de paz retornará a vós." (Mt 10,7-13)
Enquanto Martinho Lutero, movido por sua liberdade dizia que Jesus tinha fornicado com ao menos três mulheres, Francisco queria imitar em tudo Jesus e na pobreza, na obediência e na castidade, os três votos sagrados [as três bolas de ouro que ele pode oferecer a Deus, quando teve uma experiência da bondade de Deus e da sua miséria] (que influenciaram todo o mundo religioso), encontrou a forma perfeita de fazer isso. Imitava a obediência plena que Jesus tinha ao Pai, buscando em tudo agradar ao Senhor; imitava a pobreza que Jesus viveu, pois Jesus mesmo dizia que não tinha nem onde reclinar a cabeça (cf. Mt 8,20) e a castidade do Filho de Deus, que não cometeu pecado sexual COISÍSSIMA NENHUMA!
Quando Martinho Lutero separou-se da Igreja católica e começou a ditar os fundamentos da sua "nova" religião, foi motivado por suas próprias idéias, sua racionalidade, sua capacidade, sua intelectualidade, opondo-se aos valores católicos, aos valores da sociedade e aos valores bíblicos. Pelo fato de que São Francisco de Assis considerava-se um simples filho de Deus, quando foi escrever os fundamentos da sua congregação, começou a copiar o que estava escrito na Bíblia Sagrada.
Francisco não opôs-se ao papa, como fez Martinho Lutero, mas foi apresentar ao mesmo, que na época era Inocêncio III os fundamentos e doutrina da sua congregação. E o pior é que ele foi ridicularizado pela corte do papa, pois diziam que era impossível viver o que ele propunha. Mandaram-no pregar aos porcos. Sabe o que ele fez? Revoltou-se contra a Igreja e decidiu fundar uma nova Igreja? De forma alguma! Ele foi pregar para os porcos, num chiqueiro próximo dali.
Nesse meio tempo, o papa teve um sonho que a Igreja de Latrão estava desabando, e um mendigo, um pobre religioso a estava sustentando. Com isso, aprovou a regra de vida dos franciscanos. Então houve alguns desentendimentos entre os irmãos, coisa natural que acontece quando algumas pessoas anseiam ao luxo e a riqueza (próprio do homem natural). Mas com Francisco a frente, sendo um homem de oração que amava a Jesus acima de todas as coisas, os desentendimentos foram resolvidos e a ordem dos franciscanos começou a crescer.
Um tempo depois, os franciscanos eram um número muito grande e não estavam cabendo apenas em uma cabana onde moravam. Foi nessa época que uma mulher foi influenciada pelo exemplo radical de vida desse grande homem de Deus: Clara d´Offreducci, aquela que tornou-se sua imitadora no amor a Deus e fundadora do ramo feminino dos Frades Menores, as Clarissas.
Francisco encontrou muitos problemas, dificuldades, tribulações, vontade de desistir, de abandonar tudo, de voltar atrás com o seu chamado, de inventar mil desculpas, mas ele não era um homem orgulhoso, mas humilde e zeloso por fazer a vontade de Deus. E se a vontade de Deus é que ele passasse por tudo isso, ele desejava ainda mais. Pois Jesus disse:
"Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-a. Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?" (Mc 8,34-35)
"Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas o que perder a sua vida por amor de mim e do Evangelho, salvá-la-a. Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua vida?" (Mc 8,34-35)
São Francisco de Assis é conhecido na história como um santo (em outras postagens aprofundaremos esse tema dos santos) que recebeu os estigmas de Cristo (as cinco chagas), protetor dos animais, por causa do seu amor por tudo o que Deus criou, considerando todas as coisas criadas irmãs e irmãos seus, cheio de alegria, na pobreza e no amor. Mesmo que ele não fosse agostiniano como Lutero, Ele viveu o que Santo Agostinho dizia: "O pecado é o motivo da sua tristeza. Deixa que a santidade seja o motivo da sua alegria!" ELE VERDADEIRAMENTE RECONSTRUIU A IGREJA, QUE SÓ ESTAVA DANDO VALOR AOS RICOS.
Com seu exemplo radical de vida, Francisco restaurou a vida religiosa, deixou para a sua época e para todo o mundo a forma como devemos fazer para resolver um problema, seja na Igreja ou em qualquer outro lugar quando vermos uma situação de caos, problema e dificuldade. Primeira coisa a fazer é buscar a Deus, é ter uma experiência com Ele, é buscar a sua vontade e fazer o que Deus lhe pede. O segredo é, mesmo tendo o livre arbítrio, entregar toda a nossa vontade e liberdade nas mãos de Deus, pois não sabemos o que fazer ou como fazer e deixar que o Senhor oriente nossa escolha.
Queridos e queridas de Deus, somos livres para fazer o que quisermos. Somos livres para seguir ou não seguir a Deus. Somos livres por Ele e com Ele. Porém, já sabemos que sem Ele somos escravos do pecado. Por que não, então, entregar toda a nossa liberdade em suas mãos e deixar que Ele nos mantenha livres, para não cairmos de novo na escravidão?
Para encerrar essa postagem, colocamos diante de você esses dois exemplos e dois questionamentos para você refletir: Com quem você quer aprender ou imitar para seguir a Jesus Cristo: Martinho Lutero ou São Francisco de Assis? Lembrando que Lutero é o grande exemplo de divisão até hoje. Quais os seus frutos? A DIVISÃO DOS CRISTÃOS, ATÉ MESMO ENTRE SI! Enquanto que Francisco é o grande exemplo de união até hoje. Quais os seus frutos? A UNIÃO DOS CRISTÃOS, PELAS VOCAÇÕES A VIDA RELIGIOSA OU SACERDOTAL QUE SÃO GERADAS ATÉ HOJE EM DIA!
E também: O que você vai fazer com sua liberdade a partir de hoje?
Livremente, convidamos você a fazer conosco a oração de São Francisco de Assis, para assumir um compromisso com Deus diante dessa postagem, colocando-se na presença de Deus.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo:
"Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz! Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união; onde houver dúvida, que eu leve a fé; onde houver o erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria; onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, que eu procure mais... consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Muito obrigado Senhor por tudo isso, que o Senhor me dê forças, ânimo e coragem para fazer a Tua vontade, para seguir os Teus passos, para Te buscar e viver conTigo, todos os dias da minha vida. Fortalece-me e faça de mim o que o Senhor quiser. Me coloco todo e inteiro em Tuas mãos. Louvado sejas Tu meu dulcíssimo rei, Deus e Senhor. Aleluia, Glórias a Ti Senhor. Amém."
Que Deus nos abençoe, nos leve a compreender a aceitar com amor e como um presente o maravilhoso livre arbítrio, e através dele, dar bons frutos para a glória do Senhor.
Com seu exemplo radical de vida, Francisco restaurou a vida religiosa, deixou para a sua época e para todo o mundo a forma como devemos fazer para resolver um problema, seja na Igreja ou em qualquer outro lugar quando vermos uma situação de caos, problema e dificuldade. Primeira coisa a fazer é buscar a Deus, é ter uma experiência com Ele, é buscar a sua vontade e fazer o que Deus lhe pede. O segredo é, mesmo tendo o livre arbítrio, entregar toda a nossa vontade e liberdade nas mãos de Deus, pois não sabemos o que fazer ou como fazer e deixar que o Senhor oriente nossa escolha.
Queridos e queridas de Deus, somos livres para fazer o que quisermos. Somos livres para seguir ou não seguir a Deus. Somos livres por Ele e com Ele. Porém, já sabemos que sem Ele somos escravos do pecado. Por que não, então, entregar toda a nossa liberdade em suas mãos e deixar que Ele nos mantenha livres, para não cairmos de novo na escravidão?
Para encerrar essa postagem, colocamos diante de você esses dois exemplos e dois questionamentos para você refletir: Com quem você quer aprender ou imitar para seguir a Jesus Cristo: Martinho Lutero ou São Francisco de Assis? Lembrando que Lutero é o grande exemplo de divisão até hoje. Quais os seus frutos? A DIVISÃO DOS CRISTÃOS, ATÉ MESMO ENTRE SI! Enquanto que Francisco é o grande exemplo de união até hoje. Quais os seus frutos? A UNIÃO DOS CRISTÃOS, PELAS VOCAÇÕES A VIDA RELIGIOSA OU SACERDOTAL QUE SÃO GERADAS ATÉ HOJE EM DIA!
E também: O que você vai fazer com sua liberdade a partir de hoje?
Livremente, convidamos você a fazer conosco a oração de São Francisco de Assis, para assumir um compromisso com Deus diante dessa postagem, colocando-se na presença de Deus.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo:
"Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz! Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa, que eu leve o perdão; onde houver discórdia, que eu leve a união; onde houver dúvida, que eu leve a fé; onde houver o erro, que eu leve a verdade; onde houver desespero, que eu leve a esperança; onde houver tristeza, que eu leve a alegria; onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, que eu procure mais... consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Muito obrigado Senhor por tudo isso, que o Senhor me dê forças, ânimo e coragem para fazer a Tua vontade, para seguir os Teus passos, para Te buscar e viver conTigo, todos os dias da minha vida. Fortalece-me e faça de mim o que o Senhor quiser. Me coloco todo e inteiro em Tuas mãos. Louvado sejas Tu meu dulcíssimo rei, Deus e Senhor. Aleluia, Glórias a Ti Senhor. Amém."
Que Deus nos abençoe, nos leve a compreender a aceitar com amor e como um presente o maravilhoso livre arbítrio, e através dele, dar bons frutos para a glória do Senhor.












